quinta-feira, 3 de agosto de 2017

1 - INSPIRAÇÕES DE MILIONÁRIOS

As pessoas ricas aproveitam oportunidades e são sábias ao usarem o seu dinheiro.
Com certeza não é fácil descobrir como ficar rico do zero, mas muita gente conseguiu. Claro que você falar que são exceções. E realmente são. No entanto, nada impede que você também se torne uma exceção. Veja algumas lições deles:
"Minha fórmula para o sucesso é acordar cedo e trabalhar muito. Somente isso." John Paul Getty, magnata do Petróleo.
"Divirta-se. Tudo se torna mais agradável quando você tenta fazer mais do que engordar sua conta bancária." Tony Hsieh, dono do e-commerce de vestuário Zappos.
"O maior risco para um empreendedor é não arriscar. Em um mundo como o nosso, em que tudo muda rapidamente, só há uma garantia: quem não é arrojado fica para trás." Mark Zuckerberg.



Pronto para mudar hábitos e se tornar um novo eu?

A educação financeira é um longo caminho, mas como toda jornada, ela começa com o primeiro passo. Esse passo deve ser assumir um compromisso consigo mesmo e mudar a relação que tem com o dinheiro.
O melhor caminho para isso é abrindo uma conta em uma corretora e começando a investir mensalmente. Muitos clientes só conseguiram se controlar financeiramentequando começaram a ver seu dinheiro multiplicando-se na Rico.
No começo será difícil, mas quando você conseguir fazer o dinheiro sobrar, pagando as contas e investindo, tudo valerá a pena. 

FUNDO DI - Sem Garantia FGT - Renda fixa

Também denominados Fundos de Renda Fixa Referenciados DI, os Fundos DI são fundos que aplicam no mínimo 95% do patrimônio nos títulos públicos federais do Tesouro Direto (atrelados ao CDI ou Selic) ou em títulos privados de baixo risco.
Esse títulos são pós-fixados e acompanham as oscilações da Taxa SELIC, como ocorre por exemplo no Tesouro Selic (antiga LFT).
Os 5% restantes podem ser alocados em títulos que seguem as regras dos Fundos de Curto Prazo, o que é bastante incomum devido ao cenário atual desafiador da economia no país.

Vantagens e Desvantagens

 

Grande parte desses fundos aplicam apenas em títulos públicos do governo, constituindo assim os fundos com maior segurança para rentabilizar o seu capital. Seu desempenho é entre 95% a 100% do CDI, o que pode ser vantajoso se você estiver buscando uma alternativa de investimento com pouco ou nenhum risco.
Ainda assim é bastante incomum um Fundo DI atingir uma rentabilidade de 100% do CDI, já que as taxas de administração também afetam o resultado. Portanto quem busca rentabilidade pode não encontrar neste tipo de investimento a melhor opção para aplicar seu dinheiro.
Outra desvantagem é que este investimento não é passível de garantia pelo Fundo Garantidor de Créditos (FGC), ao contrário de outros investimentos como:
Entretanto, uma vantagem deste investimento é que o seu patrimônio fica juridicamente separado do patrimônio da instituição. Caso o banco venha a falir, o dinheiro investido em um fundo desse mesmo banco estará sob proteção.
Essa modalidade de investimento é uma ótima alternativa em comparação com o rendimento da Poupança ou um CDB, pois apresenta um retorno semelhante ou até superior a grande parte dos CDBs, mas com um diferencial importante: possui liquidez diária.
Isso significa que o investidor que aplicou em um Fundo DI pode resgatar o seu capital a qualquer momento sem prejudicar sua taxa de retorno.
O investimento mínimo também costuma ser bem mais acessível que em outros produtos de renda fixa.
Entretanto, mesmo que suas vantagens sejam maiores que outros investimentos, vale ressaltar que na comparação de todos eles a Bolsa de Valores ainda é o investimento com as maiores possibilidades de retorno, e é muito importante que você conheça as oportunidades que ela oferece antes de optar por algum investimento.

6 HÁBITOS DE MILIONÁRIOS PARA VOCÊ APLICAR EM SUA VIDA


1. Seja racional
Patterson afirma que muitos de seus clientes mais ricos admitem que não são gênios dos negócios. Eles creditam boa parte do sucesso a uma habilidade bastante útil: tomar decisões racionais. Ao deixar a emoção de lado, os empreendedores conseguem tomar decisões mais objetivas e, normalmente, mais benéficas às empresas.
2. Tenha mentores
Quem administra um negócio sabe: todos os dias, inúmeras decisões precisam ser tomadas. Em muitos casos, a coisa certa a fazer não está bem clara. Em situações como essas, é ótimo contar com a ajuda de um mentor mais experiente. É possível que seu conselheiro tenha passado por situações semelhantes e possa guiar seu empreendimento ao sucesso.
3. Faça contatos
Os clientes de Patterson consideram o networking uma prioridade. Na opinião do especialista, a habilidade de conhecer pessoas, trocar experiências e firmar parcerias corresponde a 80% do que é necessário para fazer um negócio decolar. Segundo ele, o tamanho da sua rede de contatos é diretamente proporcional ao seu saldo bancário

4. Aprenda coisas novas todos os dias
Outro hábito típico dos milionários é aprender continuamente. Segundo Patterson, seus clientes estão sempre lendo, escutando podcasts, assistindo a vídeos, indo a seminários e procurando por soluções de produtividade. Um detalhe: o especialista ressalta que o aprendizado é um tanto diferente do que recebemos na educação formal – que não provê noções de empreendedorismo aos jovens.
5. Aproveite seu tempo
O tempo é o seu recurso mais valioso. Portanto, não o desperdice em processos ultrapassados e reuniões sem propósito. Outra dica de Patterson é investir em ferramentas que ajudem você e seus colaboradores a produzir mais.


6. Invista certo
Patterson diz que uma fatia significativa dos homens de negócios mais ricos atua em três áreas: na bolsa de valores, em imóveis e no empreendedorismo. O mercado de ações não é dos mais estáveis, mas pode garantir o capital para a criação de um negócio. Ao ter casas e apartamentos, de acordo com o colunista, obtém-se uma renda não tão grande, mas segura e fixa.

FUNDOS DE AÇÕES

FUNDOS DE AÇÕES: É aquele apartamento em um bairro distante que você acredita que vai valorizar muito nos próximos anos. Se der certo, você pode ganhar muito dinheiro. Se der errado, já era.
Características: Ideal pra quem tem nervos de aço e tem uma estratégia completa de investimentos. (Já tem aplicações em renda fixa, em outros fundos, conhece relativamente o mercado e quer diversificar no risco).
Investe a maior parte dos ativos dos “condôminos” em ações, cujos valores  são extremamente instáveis. Por conta do risco, as ações podem fazer seu dinheiro se multiplicar ou reduzir com o tempo.
Se você quer “treinar” seus conhecimentos recém adquiridos, vá em busca de fundos perfeitos! (Soou estranho isso, ou é impressão?).
Além dos bancos comuns, as corretoras de valores também oferecem Fundos pra todos os tipos de investidores com taxas e rentabilidades muitas vezes superiores àquelas oferecidas pelo seu gerente do banco.

A escolha de cada tipo de Fundo depende do seu apetite ao risco e dos seus objetivos com este investimento.
INFORMAÇÃO IMPORTANTE: Fundos têm taxa de administração (assim como os condomínios cobram o condomínio) que variam geralmente de 0,5 a 2%.
INFORMAÇÃO IMPORTANTE 2: Os gestores de fundos podem ganhar um bônus caso alcancem rentabilidades superiores ao benchmark estabelecido (exemplo: Se a proposta do fundo é conseguir equiparar a rentabilidade à Taxa Selic, uma porcentagem do que superar esse índice pode ser cobrada pelo administrador) . Essa informação estará disponível no contrato do fundo também conhecido como LÂMINA.
E QUAL EU ESCOLHO? SOCORRO!
Calma… Vai dar tudo certo!



FUNDOS MULTIMERCADO









FUNDOS MULTIMERCADO: São parecidos com os condomínio do tipo clube. Você compra um apartamento e leva um monte de serviços no pacote.
Características: Ideal pra quem quer sentir o gostinho da bolsa de valores mas não quer abrir mão de uma certa segurança da renda fixa.
Os fundos multimercado mesclam ações de empresas, renda fixa, cambio e derivativos. É preciso analisar muito bem o desempenho do gestor (você encontra essa informação na lamina do fundo) antes de embarcar nesse tipo de fundo. O “Mix” de alternativas, se bem administrado, pode fazer deste condomínio um lindo e próspero local pra viver. Caso o desempenho não seja lá essas coisas, você vai querer se mudar e nunca mais pisar nas redondezas.





A escolha de cada tipo de Fundo depende do seu apetite ao risco e dos seus objetivos com este investimento.
INFORMAÇÃO IMPORTANTE: Fundos têm taxa de administração (assim como os condomínios cobram o condomínio) que variam geralmente de 0,5 a 2%.
INFORMAÇÃO IMPORTANTE 2: Os gestores de fundos podem ganhar um bônus caso alcancem rentabilidades superiores ao benchmark estabelecido (exemplo: Se a proposta do fundo é conseguir equiparar a rentabilidade à Taxa Selic, uma porcentagem do que superar esse índice pode ser cobrada pelo administrador) . Essa informação estará disponível no contrato do fundo também conhecido como LÂMINA.
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FUNDOS DE RENDA FIXA

FUNDOS DE RENDA FIXA: É como se fosse o bairro predileto da galera.
Característica: Ideal pra quem não quer ter o trabalho de investir em renda fixa por conta própria.
Investem pelo menos 80% dos ativos do “condomínio” em renda fixa pré ou pós fixada e como não seguem necessariamente nenhum referencial podem se arriscar um pouco mais na compra e venda antecipada de títulos.
“Tá, e dai?”
E daí que quando você vende ou compra títulos públicos (O famoso Tesouro Direto – saiba mais aqui) na hora certa, pode conseguir excelentes rentabilidades. MAS ISSO É COISA PRA QUEM MANJA MUITO! Por isso o síndico do condomínio tem que ser bom.



A escolha de cada tipo de Fundo depende do seu apetite ao risco e dos seus objetivos com este investimento.
INFORMAÇÃO IMPORTANTE: Fundos têm taxa de administração (assim como os condomínios cobram o condomínio) que variam geralmente de 0,5 a 2%.
INFORMAÇÃO IMPORTANTE 2: Os gestores de fundos podem ganhar um bônus caso alcancem rentabilidades superiores ao benchmark estabelecido (exemplo: Se a proposta do fundo é conseguir equiparar a rentabilidade à Taxa Selic, uma porcentagem do que superar esse índice pode ser cobrada pelo administrador) . Essa informação estará disponível no contrato do fundo também conhecido como LÂMINA.
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FUNDOS DE CURTO PRAZO

FUNDOS DE CURTO PRAZO: É como se você pudesse morar no condomínio por no máximo 365 dias.
Características: Ideal pra quem precisa de aplicações com rentabilidade acima da poupança para objetivos de curto prazo. (até 365 dias)
Os fundo de curto prazo costumam ter a maior parte dos investimentos alocados em renda fixa de baixo risco, como CDBs e títulos públicos.


A escolha de cada tipo de Fundo depende do seu apetite ao risco e dos seus objetivos com este investimento.
INFORMAÇÃO IMPORTANTE: Fundos têm taxa de administração (assim como os condomínios cobram o condomínio) que variam geralmente de 0,5 a 2%.
INFORMAÇÃO IMPORTANTE 2: Os gestores de fundos podem ganhar um bônus caso alcancem rentabilidades superiores ao benchmark estabelecido (exemplo: Se a proposta do fundo é conseguir equiparar a rentabilidade à Taxa Selic, uma porcentagem do que superar esse índice pode ser cobrada pelo administrador) . Essa informação estará disponível no contrato do fundo também conhecido como LÂMINA.
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FUNDOS REFERENCIADOS


 FUNDOS REFERENCIADOS (Fundo DI está entre eles) –  Mais famosos de todos, praticamente uma celebridade, muitas vezes canastrona.
Características: Voltando à comparação com os condomínios: os moradores compram apartamentos em um prédio tradicional, seguro, porém, sem muitas novidades ou atrativos interessantes.
Os fundos Referenciados tem 80% de seus investimentos alocados em títulos do Tesouro ou renda fixa privada e por isso são considerados de baixo risco. A meta desse tipo de fundo é ter a rentabilidade sempre próxima a um indice referencial, como o CDI no caso dos Fundos DI.



A escolha de cada tipo de Fundo depende do seu apetite ao risco e dos seus objetivos com este investimento.
INFORMAÇÃO IMPORTANTE: Fundos têm taxa de administração (assim como os condomínios cobram o condomínio) que variam geralmente de 0,5 a 2%.
INFORMAÇÃO IMPORTANTE 2: Os gestores de fundos podem ganhar um bônus caso alcancem rentabilidades superiores ao benchmark estabelecido (exemplo: Se a proposta do fundo é conseguir equiparar a rentabilidade à Taxa Selic, uma porcentagem do que superar esse índice pode ser cobrada pelo administrador) . Essa informação estará disponível no contrato do fundo também conhecido como LÂMINA.
E QUAL EU ESCOLHO? SOCORRO!

# 11

#10 FUNDOS DI de investimento



- Investir em um Fundo Di ou Fundo de Renda Fixa é a mesma coisa do que aplicar em um título de renda fixa. Porém, com mais gente junto, e por isso, você tem uma negociação melhor;
- Você precisa tomar cuidado com as taxas de administração dos fundos de renda fixa e fundos DI;
- Você também precisa tomar cuidado com o gestor! Ele é o grande responsável pelas estratégias do fundo, e por isso, deve ser bem escolhido. 
- Os fundos DI são os fundos que utilizam o CDI com parâmetro (ou benchmark). Quando você investe em um fundo DI, ele tende a acompanhar a taxa de juros.
- Os custos nos fundos são o que matam. Os custos e taxas são muito altas nos grandes bancos, já pelas corretoras, você tem acesso a taxas melhores. 
- Se a taxa de rentabilidade no fundo for superior a um título que você acessaria, por que você não faria isso, né?


O que é um fundo de investimento? 1 Aprenda mais sobre investimentos. Seu e-mail... Aprender 392 Compartilhe 187 2 O fundo de investimento é um mecanismo que reúne o dinheiro de diversas pessoas (chamadas de cotistas) com o objetivo contratar um gestor para cuidar do dinheiro ali investido. O objetivo final dos cotistas é obter ganhos a partir da aplicação no mercado financeiro. Tecnicamente, diz-se que a figura é de um condomínio – e essa comparação ajuda muito a compreender sua estrutura. O fundo funciona de maneira semelhante a um condomínio residencial, onde cada condômino é dono de uma cota (um apartamento) e paga a alguém (síndico ou administrador) para administrar e coordenar as diversas tarefas do condomínio (jardineiro, limpeza, porteiro, manutenção de elevadores e equipamentos de academia, entre outros). Assim como no condomínio residencial, o fundo de investimento possui um regulamento, onde estão estabelecidas as regras de funcionamento que se aplicam igualmente a todos os cotistas. Ao comprar cotas de um determinado fundo, o cotista aceita suas regras de funcionamento (aplicação, resgate, horários, custos, etc.), e passa a pagar uma taxa de administração para que um administrador coordene o funcionamento do fundo. Graças a esta forma de investimento coletiva, é possível aplicar em diversos tipos de produtos financeiros, com diferentes graus de rentabilidade e risco, sem precisar de grandes valores. E o mais interessante: você terceiriza o trabalho de gestão para um profissional.


Imagine morar numa casa, mas manter toda a estrutura de um prédio: portaria 24h, piscina, jardineiro, academia, elevadores, garagem, portões automáticos. Há uma infinidade de rotinas a serem cumpridas e problemas a serem resolvidos, e você arcaria sozinho com o trabalho e os custos de tudo isso. Num prédio bem administrado, você usufrui dos benefícios sem ter tanto trabalho, e pagando uma fração do custo, já que é tudo dividido com os demais moradores. O gestor dos fundos No fundo de investimento, os gestores são os profissionais responsáveis por gerar rentabilidade e controlar o risco da carteira. Eles acompanham diariamente os recursos do fundo, avaliando as opções existentes, cenários, acontecimentos políticos e econômicos, e possuem poderes para tomar decisões de investimento com o dinheiro dos cotistas (respeitando sempre o regulamento!). Veja 4 itens que você deve analisar para descobrir bons fundos para investir Então, quando você decide colocar dinheiro em um fundo, o que você está fazendo é contratar o gestor para tomar decisões a respeito de onde aplicar o seu dinheiro, e para acompanhar diariamente sua rentabilidade e risco. Por isso, a escolha do gestor é um dos pontos mais importantes na hora de aplicar em fundos de investimento. Num artigo anterior, nós revelamos quem são os demais profissionais que fazem um fundo de investimento funcionar, além do gestor. Estrutura de cotas dos fundos de investimento [ A escolha do gestor é uma das decisões mais importantes na hora de escolher um fundo de investimento ] O fundo cria uma camada de separação entre os cotistas (investidores) e os ativos (investimentos comprados). Ao invés de comprar diretamente um ativo, você compra cotas do fundo, e o fundo compra os ativos, seguindo a política de investimento pré-definida. A estrutura de cotas é bastante interessante. É ela que possibilita que todos os cotistas de um mesmo fundo tenham sempre a mesma rentabilidade (dentro das mesmas datas), que o dinheiro de um cotista não se misture com o dinheiro de outro, e que ninguém seja prejudicado ou leve vantagem sobre os demais cotistas. O número de cotas que você possui só muda quando você investe, quando você resgata ou quando ocorre o come-cotas. Investir equivale a comprar cotas do fundo e resgatar equivale a vendê-las. Durante todos os outros dias, a quantidade de cotas que você possui fica estática, e o que varia é o valor unitário das cotas. As variações de rentabilidade fazem esse valor aumentar e diminuir, e é por isso que o seu saldo aumenta e diminui sem mudar o número de cotas. Estratégia de investimento dos fundos Existem diversos tipos de fundos, como os que investem em ações, em renda fixa e os multimercados, por exemplo. Os aspectos estruturais de funcionamento são os mesmos, mas cada um tem uma diretriz de investimento própria, chamada política de investimento. É essa política que determina o tipo de investimento que você está escolhendo. Clique para conhecer as categorias nas quais a CVM classifica os fundos de investimento. Na prática, o investidor não precisa se preocupar com as atividades do dia a dia do fundo, apenas com a escolha do gestor e do fundo que estejam alinhados às suas expectativas. Toda a parte operacional fica a cargo de um grande banco, inclusive o recolhimento de impostos. Porém, é importante atentar também para os custos, pois eles podem ter um impacto enorme na sua rentabilidade. Tributação dos fundos de investimento A tributação nos fundos de investimento é simples. O fundo em si é isento de IR sobre os ganhos que acumula, ou seja, o fundo não recolhe IR quando vende um ativo para comprar outro. O ganho das operações vai ficando acumulado na valorização das cotas, e o fundo vai provisionando o imposto que seria devido pelo cotista. Não vou me alongar no tema, pois já temos um artigo com o panorama geral sobre a tributação nos fundos de investimento e um artigo que detalha o funcionamento do come-cotas. Vale a pena dar uma olhada. Glossário dos fundos de investimento Aplicação mínima Valor mínimo para o primeiro investimento no fundo. Em geral, o valor mínimo exigido para a primeira aplicação realizada no fundo é maior que o valor mínimo para as aplicações seguintes. Aporte Quando o cotista investe recursos no fundo. O cotista envia dinheiro e o fundo emite, em troca, cotas em nome do cotista. Benchmark É um indicador que funciona como parâmetro para a performance mínima do fundo. Alguns fundos se propõem a acompanhar o CDI, outros o Ibovespa, por exemplo. Come-cotas Sistema de tributação aplicado a alguns tipos de fundos de investimento. Clique aqui para entender melhor como funciona o come-cotas. Cotização É o processo de troca de dinheiro por cotas ou cotas por dinheiro. Na maioria dos fundos, a cotização é diária, ou seja, existe apenas um valor de cota para cada dia útil (os ETFs são um tipo de fundo bastante diferente dos demais, e são exceção a essa regra). Investidor profissional Pessoas naturais ou jurídicas que possuam investimentos financeiros em valor superior a dez milhões de reais e declarem-se investidores profissionais. Essa condição permite o acesso a investimentos de ainda maior risco e/ou que requeiram conhecimento mais apurado do mercado . Investidor qualificado Pessoas naturais ou jurídicas que possuam investimentos financeiros em valor superior a um milhão de reais e declarem-se qualificadas. Essa condição permite o acesso a investimentos de maior risco e/ou que requeiram conhecimento mais apurado do mercado . Liquidez ou prazo de resgate Prazo estabelecido para que os recursos solicitados sejam depositados em conta. É a soma do prazo de cotização de resgate com o prazo de liquidação de resgate. Alguns fundos têm maior liquidez, com prazos de resgate de um ou poucos dias. Outros investem os recursos em operações de prazo mais longo e, por isso, determinam um prazo de resgate maior. Movimentação mínima Valor mínimo para realização de aportes e resgates. Prazo de cotização 2 3 É a quantidade de dias que o fundo demora para converter os aportes em cotas (prazo de cotização de aporte) ou para converter cotas em dinheiro (prazo de cotização de resgate). Geralmente é contado em dias úteis. Prazo de liquidação É a quantidade de dias que o fundo demora, depois da cotização, para depositar na conta corrente do cotista o valor do resgate efetuado. Geralmente é contado em dias corridos. Resgate Quando o cotista retira recursos do fundo. Suas cotas são eliminadas, e o fundo devolve dinheiro para o cotista. Taxa de administração Taxa cobrada para remunerar as instituições envolvidas na gestão, administração e distribuição do fundo. Normalmente é expressa na forma de um percentual aplicado sobre o patrimônio. Taxa de performance Taxa cobrada para remunerar o gestor quando o fundo apresenta bom resultado. É como se fosse um bônus pelo bom trabalho. Normalmente é expressa na forma de percentual sobre os ganhos que excederem o benchmark do fundo. Vantagens e desvantagens dos fundos de investimento Vantagens Gestão profissional: Profissionais especializados dedicados em tempo integral à gestão dos recursos de forma mais eficiente Diluição de riscos e custos: Os custos operacionais e administrativos são divididos entre todos os investidores que aplicam no fundo Alinhamento de interesses: O gestor do fundo é remunerado pelas taxas de administração e performance. Apesar de não ser um modelo perfeito, ele tem mais alinhamento aos interesses do cliente que um gerente de banco ou uma recomendação de corretora Diversificação: Por ter valores mínimos de entrada geralmente baixos, fundos permitem montar uma carteira diversificada a partir da alocação em estratégias diversas, com diferentes níveis de risco e retorno Desvantagens Custos: Para manter a estrutura operacional, há cobrança de taxa de administração. Esse é um dos principais pontos de atenção, já que taxas elevadas minguam a rentabilidade de um fundo Dificuldade de realocação: A cada realocação, o dinheiro precisa circular pela conta corrente do cotista, que precisa tomar uma nova decisão (para onde enviar o dinheiro?), o que causa desgaste, retrabalho e custos. A aplicação mínima e prazos de resgate dos fundos também dificultam o processo. Isso faz com que muitos investidores “invistam e esqueçam”, abandonando a disciplina de rebalancear Após trabalhar alguns anos com fundos de investimento, a Vérios criou um novo serviço de investimento, superando as desvantagens que os fundos apresentam. Invista com diversificação, custos reduzidos e muita praticidade na carteira inteligente da Vérios. Comece simulando a alocação recomendada para o seu perfil. Artigo atualizado em 26/10/2016 De acordo com a Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Conceito de acordo com as Instruções CVM 359 e 554, que entram em vigor em 01/07/2015. Há outras hipóteses de investidor profissional, que foram omitidas por não serem relevantes para o investidor comum. Cadastro: Os fundos possuem uma estrutura de controle rígida e são extremamente regulamentados, sendo exigido um cadastro um pouco extenso e novas assinaturas a cada fundo Falta de transparência: Apesar de todos os esforços do regulador, a figura ainda tem pouca transparência. Há informações disponíveis no site da CVM sobre as carteiras, mas não são claras e acessíveis para o investidor comum, por isso você fica sem saber exatamente onde está investindo 1 2 3 Recomende esse texto: Felipe Sotto-Maior Felipe é cofundador e CEO da Vérios. Atuou por 7 anos como agente de investimento credenciado pela CVM e Ancord e cofundou o site Comparação de Fundos, primeiro a dar transparência a mais de 15 mil de fundos de investimento. Felipe é advogado pela USP e especialista pós-graduado em Finanças Corporativas e Investment Banking pela FIA. Escolhemos a dedo estes artigos para você ler também: Conceito de acordo com as Instruções CVM 359 e 554, que entram em vigor em 01/07/2015. Há outras hipóteses de investidor qualificado, que foram omitidas por não serem relevantes para o investidor comum.

9# COE

O QUE É?

O COE (Certificado de Operações Estruturadas) é uma nova opção de investimento em renda fixa. Funciona com base estruturada em cenários de ganhos e perdas selecionados de acordo com o perfil de cada investidor. São títulos emitidos pelos bancos que mesclam aplicações em renda fixa e renda variável. 

VANTAGENS?

Garantia da proteção do capital investido, em caso da desvalorização do indexador. Outra vantagem é a possibilidade de diversificação dos mercados a investir.

QUANTO CUSTA?

Para o cliente Easynvest não há cobrança de corretagem ou qualquer outro custo.

8# TESOURO DIRETO


O QUE É?

Programa de venda de títulos públicos à pessoas físicas, desenvolvido pelo Tesouro Nacional. Os Títulos Públicos são emitidos pelo Governo Federal e tem como objetivo a captação de recursos para o financiamento da dívida pública e de suas atividades , como educação e saúde. 

VANTAGENS?

Títulos públicos são considerados os ativos de menor risco da economia de um País, porque são garantidos pelo Tesouro Nacional. Você pode comprar títulos a partir de R$ 30,00, através de uma negociação simples e segura com recompra garantida pelo próprio Tesouro.

QUANTO CUSTA?

Algumas administradora cobra taxa de administração. Será cobrada apenas a taxa de custódia da BM&FBOVESPA, de 0,30% ao ano sobre o valor dos títulos em custódia.

7# FIDC – Fundo de Investimento em Direitos Creditórios


a. O que são?

Os FIDCs são fundos do investimentos que compram os recebimentos que empresas deveriam receber de seus clientes em alguma data futura.
Por exemplo, existem diversos fundos de recebíveis das fornecedoras da Petrobras. Uma vez que a Petrobras é uma empresa grande, é muito baixo que o risco de que não pague algum de seus fornecedores, no entanto também é comum que tenha um longo prazo de pagamento, muitas vezes de até alguns meses.
Como os fornecedores precisam de dinheiro para seu capital de giro, vendem esta renda futura (chamada de “recebíveis”) a um FIDC com um desconto.

b. Quais as vantagens e riscos?

Os FIDCs são fundos de renda fixa extremamente diversificados, podendo envolver recebíveis de uma única empresa (como o exemplo acima), ou até mesmo justar recebíveis de diversas empresas.
Antes de investir você deve avaliar qual o crédito das empresas que devem pagar estes recebíveis e quais as garantias apresentadas pelo vendedor. Você pode acessar todas as informações financeiras em nosso Guia de Empresas da Bovespa.

c. Como investir?

Como os FIDCs são em sua essência fundos de investimento, basta que você encontre um gestor confiável e profissional. Verifique as taxas de administração e a qualidade da equipe gestora.

6# Debênture

a. O que são?

As debêntures são títulos de dívidas  emitidos pelas grandes empresas para financiar suas operações. Elas são uma maneira das empresas conseguirem dinheiro diretamente com os investidores, sem ter que passar pelos bancos.
Em geral quando ocorre a emissão de uma debênture ela envolve um grande volume, e esses títulos são oferecidos abertamente no mercado por meio de corretoras e bancos.

b. Quais as vantagens e riscos?

As debêntures possuem prioridade de pagamento em caso de quebra da empresa, e portanto são menos arriscadas que as ações. Oferecem taxas atrativas, em geral  indexadas à inflação ou ao CDI.
No entanto este investimento de renda fixa não é isento de imposto de renda.

c. Como investir em debêntures?

Você deve ficar atento as novas emissões que ocorrem no mercado, que em geral são bastante divulgadas pelas corretoras de valores. Outra opção é recorrer ao mercado secundário, como o mercado de balcão, e analisar quais os títulos estão sendo revendidos.
É importante analisar as taxas que estão sendo pagas e a saúde financeira da empresa. Lembre-se que ao comprar uma debênture você está fazendo o trabalho do banco


VANTAGENS?

As principais vantagens para este tipo de investimento são as possibilidades de diversificação da carteira, adquirindo títulos com indexadores e rentabilidade diferenciada.

5# CRA – Certificado de Recebíveis do Agronegócio

a. O que são?

Assim como as LCAs estão para as LCIs, os CRAs estão para os CRIs. São recebíveis provenientes de pagamentos futuros entre produtores rurais.

b. Quais os riscos e benefícios?

Os riscos e benefícios são parecidos com os dos CRIs, no entanto, historicamente os CRAs costumam ser um mais arriscados e por isso pagam taxas mais elevadas.

c. Como investir em CRAs?

Para investir diretamente em um CRA você deve ter bastante dinheiro disponível. No entanto, existem fundos de investimento que investem nestes papéis e que possuem valores mínimos bastante inferiores.


VANTAGENS?

As principais vantagens para este tipo de investimento são as possibilidades de diversificação da carteira, adquirindo títulos com indexadores e rentabilidade diferenciada.

4# CRI – Certificado de Recebíveis Imobiliários

a. O que são?

Os CRIs também estão relacionados ao mercado imobiliário. Porém diferente das Letras de Crédito Imobiliário (LCIs), que estão atreladas ao crédito imobiliário, os CRIs estão atrelados ao fluxo futuro dos recebimentos de aluguel de um determinado imóvel.
Se o dono de um Centro de Distribuição loca-lo para uma empresa, ele pode vender o fluxo de renda futuro por um valor no presente. Isso é feto por meio de um CRI.

b. Quais os benefícios e riscos?

Em geral, o CRI é um investimento renda fixa com valor inicial alto, em geral a partir de R$ 300.000. Porém é possível encontrar CRIs por um valor inferior a isso.
As taxas praticadas nos CRIs costumam ser atreladas a inflação, de modo que o investidor fica isento do risco inflacionário, somadas a uma taxa de juros real que em geral é bastante superior a outros ativos. Além disso, os CRIs são isentos de imposto de renda, tornando-os uma excelente opção de investimento para pessoas física.
Em relação aos riscos, primeiramente vale ressaltar a falta de um mercado secundário para os CRIs, sendo difícil para o investir se desfazer do título caso deseja vende-lo antes do prazo de vencimento. Em segundo lugar, os CRIs não são garantidos pelo FGC e portanto devem ter garantias mais robustas por trás. É importante que o investidor conheça bem estas garantias antes de investir.

c. Como investir em CRIs?

Como os CRIs são investimentos mais estruturados, para investir em um você deve procurar uma corretora de valores especializada, ou a área de atendimento personalizado de seu banco.
Outra opção mais acessível é buscar os fundos imobiliários que são totalmente focados em investir em CRIs. Estes fundos são isentos de imposto de renda e o investimento inicial para adquirir uma cota é muito menor. Outra vantagem é a opção de vender no mercado secundário, caso o fundo imobiliário seja negociado na Bovespa.

3# CDB – Certificados de Depósito Bancário


a. O que são?

Os bancos precisam de dinheiro para emprestar, e portanto precisam consegui-lo de algum modo.
Isso é feito por meio da emissão de CDBs, que são títulos de dívida emitidos pelos bancos, que se comprometem a pagar um juros sobre este dinheiro. Como emprestam a taxas mais caras, obtém lucro e pagam os rendimentos renda fixa dos CDBs.
Apesar de já serem conhecidos, muito investidores não sabem que podem investir em CDBs de bancos médios e pequenos sem precisar ter uma conta nestas instituições. Como os bancos menores possuem mais dificuldade de obter dinheiro, os CDBs emitidos por esses pagam taxas maiores que o CDI.

b. Quais os benefícios e riscos?

Os CDBs de bancos menores possuem uma rentabilidade maior, porém também apresentam maior risco. Infelizmente não é raro acontecer de um banco passar por problemas, como foram os tristes casos dos bancos SantosPanamericano e Cruzeiro do Sul.
No entanto, aqui vale mais uma vez a garantia do FGC de até R$ 250.000 em aplicações deste tipo. Portanto não é preciso se preocupar muito se o valor investido ficar abaixo disso.
Vale lembrar que diferente das LCAs e LCIs, os CDBs têm imposto de renda.

c. Como investir em CDBs?

A maneira mais fácil é consultar seu banco diretamente, no entanto esta não é a opção mais rentável. Caso esteja buscando CDBs que paguem mais, vale olhar outros bancos, em especial as opções oferecidas pelo CDB Direto, que já possui toda a facilidade de investimento pela internet.

2# LCA – Letra de Crédito do Agronegócio

a. O que são?
Como o nome já diz, estes títulos são muito parecidos as LCIs (explicada acima), porém com a diferença fundamental de que o crédito aqui é dado para o setor de agronegócio. Em geral os produtores precisam de crédito para financiar a safra e dão a própria plantação como garantia.

b. Quais os benefícios e riscos?

Aqui também as coisas são bastante parecidas às LCIs e são uma boa opção para o investidor pessoa física. O Fundo Garantidor de Crédito garante até R$ 250.000 e o investidor pessoa física tem isenção de imposto de renda.
No entanto, vale lembrar que em geral as LCAs têm um investimento mínimo superior que as LCIs, ficando em torno de R$ 100.000 e variando de banco para banco.

c. Como investir em LCAs?

Fale com sua corretora ou banco e peça para ver as opções que oferecem deste tipo de investimento.

1# LCI – Letras de Crédito Imobiliário

a. O que são?
Quando os bancos emprestam dinheiro à pessoas ou empresas que desejam adquirir imóveis, ocorre o chamado financiamento imobiliário. Em geral este tipo de empréstimo possui taxas de juros inferiores à outros empréstimos, já que além de serem subsidiadas pelo governo, também possuem o próprio imóvel como garantia, caso a dívida não seja totalmente paga.
Após realizado o empréstimo e estruturada toda a operação, o banco pode juntar esta operação com outras e criar um título chamado Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e vende-la a outro investidor. Deste modo o banco pode originar novos empréstimos e repetir a operação.

b. Quais os benefícios e riscos?

Como outros investimentos em renda fixa, o risco das LCI é baixo.
Os empréstimos imobiliários são sempre atrelados a uma garantia real que são os imóveis e isso reduz muito a chance de você perder seu capital. Além disso o Fundo Garantidor de Crédito (FGC), garante até R$ 250.000 das aplicações.
Existem opções pós fixadas que pagam uma % do CDI e opções pré fixadas, que já determinam sua rentabilidade na data do vencimento. As aplicações mínimas em geral são de R$ 10.000.
É importante lembrar também que as LCIs são isentas de imposto de renda, de modo que você não precisará se preocupar com apurações como ocorre no Imposto de Renda em ações.

c. Como investir em LCIs?

Você pode falar com o gerente do seu banco, ou consultar as opções pelo seu internet banking para verificar quais as opções que seu banco oferece. As corretoras de valores também têm começado a oferecer este e outros tipos de investimento em renda fixa, então vale consultar a sua.
Antes de tomar a decisão, vale comparar com a rentabilidade de outros bancos e corretoras para ter certeza de que está fazendo um bom negócio.