quinta-feira, 21 de setembro de 2017

4 dicas para você começar a organizar sua vida financeira



1. Quanto eu ganho e quanto eu posso gastar?

Essa não parece uma dica boba que todo mundo já sabe? Mas infelizmente muita gente não leva isso a sério. A prova disso são as dívidas no cartão e falta de recursos para pagar todas as contas.
Se você conhece alguém que já se desequilibrou financeiramente alguma vez, provavelmente ela não levou essa dica a sério. Pois quando você sabe o quanto você pode gastar, jamais você vai ultrapassar esse valor e estourar o orçamento. A não ser, claro, que aconteça alguma eventualidade e exija de você um gasto fora do previsto.  

2. Um lugar para controlar tudo

A segunda coisa que você precisa fazer, é ter uma ferramenta para te auxiliar no controle dos seus gastos.
Eu gosto muito de usar a planilha no computador, pois ela já faz todos os cálculos e me apresenta os dados todos organizados. Aliás, aqui no blog tem uma planilha muito fofa disponível para download. Mas para quem gosta mais do ~ basicão ~, pode ter um caderninho para anotar todos os gastos. O importante é você ter como saber para onde foi todo o seu dinheiro.

3. Separe o dinheiro

Como fazer o seu salário render até o final do mês? Separe o dinheiro! É bem simples essa dica, mas funciona DEMAIS! Clique aqui para ler o post completo onde eu dou várias dicas para você fazer sua grana render.

4. Tenha planos para o seu dinheiro

Ter o seu próprio dinheiro é uma sensação maravilhosa. Deixar de pedir dinheiro para os pais e começar a tomar suas próprias decisões é um passo para a sua independência. Porém, nessa fase corremos o risco de cair na armadilha do poder de compra e usamos nosso dinheiro para comprar, comprar, comprar, apenas isso. Aparentemente isso parece bem legal, “poder comprar coisas”, mas eu conheço pessoas que viveram alguns bons anos de suas vidas apenas comprando e no final das contas sentiram que não conquistaram quase nada. Ter as roupas, o celular e os acessórios da moda, é algo que você pode ter sim. Mas não viva somente para isso. Também tenha planos de investir seu dinheiro, de economizar para um investimento maior e usando aquela dica de separar seu dinheiro você consegue fazer um pouco de cada coisa. Gastar com coisas legais, mas também ter planos mais sólidos para o seu dinheiro.

UM POUCO DE EDUCAÇÃO FINANCEIRA


Todo mundo sonha com um futuro cheio de realizações. O sonho do carro, do apartamento e até do casamento, acabam ficando cada vez mais próximos de quem pensa no futuro. Eu sempre adorei planejar coisas, sempre fui daquelas que perdia horas de sono planejando algo que podia acontecer. Hoje em dia eu parei com isso e aprendi que tem coisas na vida que não podemos controlar. Mas sempre mantenho o pé no chão quando se trata de finanças.


Sempre aprendi que uma boa educação é a base do sucesso de qualquer ser humano. E desde cedo aprendi a gostar da tal da educação financeira. E quando fui morar sozinha, pude implantar todos os métodos aprendidos com muitas leituras. Leituras que só me fizeram bem e acrescentaram muito no meu conhecimento sobre dinheiro. Ainda quero aprender muito mais mais coisas, uma delas é investir na bolsa. Apesar do pouco que sei , adoro falar sobre o assunto e indicar coisas legais. Uma delas é a prática de ler livros que ensinam muito sobre o assunto. Hoje vou indicar dois que apesar de serem do mesmo autor são incrivelmente diferentes no assunto finanças. Um ensina a casais a lidarem com o dinheiro e o outro fala sobre economizar, aplicações e poupança.





Apesar de ser um livro indicado para casais, o conteúdo dele é incrível! Eu confesso que já li mais de três vezes e faria de novo. O livro tem uma leitura leve e o autor transmite todo esse conhecimento de uma forma tão pessoal que você passa horas lendo e nem percebe o tempo passar. Indico muito esse livro para quem está noivo ou para quem já é casado. Ajuda muito no planejamento da vida à dois.







Esse é daqueles livros que todo mundo tem que  ter em casa. Educação financeira é uma coisa importante e principalmente quem mora sozinha. Nele você encontra dicas para investimento em poupança e vários cálculos de progressão financeira. Amei ler, apesar do livro ter muitas fórmulas e demonstrações matemáticas, é bem fácil de entender e o autor coloca tudo exposto de uma forma muito clara e que faz com que a gente entenda cada vírgula.

Fundo de emergência, você tem o seu?


Eu comecei a priorizar mais a minha estabilidade financeira quando comecei a pensar no meu futuro a longo prazo. Pois sempre pensei que se qualquer imprevisto acontecesse, eu não ficaria na mão em questão de grana. E assim, sempre que podia ia juntando pouco a pouco, sem metas nem nada, apenas juntando.
Depois de algum tempo aprendi que juntar dinheiro apenas por juntar não é uma atitude tão inteligente. Mesmo juntando, nós temos que ter uma meta e uma finalidade para ele. Ex: esse valor aqui é para a entrada do meu apartamento, esse outro é para o meu fundo de emergência e por ai vai… Outra atitude inteligente é estipularmos um valor fixo para tal finalidade. Ex: agora todo mês vou juntar R$50,00 para o meu fundo de emergência. Assim, criamos um compromisso com nós mesmas.
Falando assim parece ser bem simples né? Mas na prática a realidade é outra. Principalmente para quem tem dificuldade para guardar dinheiro. Mas algo que não devemos esquecer é que podemos mudar nossa realidade através das nossas escolhas. Você prefere viver sempre no sufoco ou deitar a cabeça no travesseiro em paz com a sua vida financeira?
Se você acha finanças um assunto chato e cansativo, e por isso nunca teve interesse em ter controle total da sua vida financeira, vou facilitar para você e utilizar uma linguagem simples.
Para mim quem nunca se interessou por ter controle total da sua vida financeira nunca experimentou a sensação do: planejei e deu certo. Gente, sério, essa sensação é incrível. Principalmente se tratando de traçar metas para realizar os nossos sonhos. Mas isso é assunto para outro post, se não vou acabar escrevendo dois livros ao invés de um.
Quer saber por que ter um fundo de emergência é muito importante para sua vida?
1. Segurança: e se o pneu do carro fura? E se aparece aquele livro caro da faculdade para comprar? E se (batendo na madeira três vezes) você perde o seu emprego? É ai que entra uma das grandes vantagens de ter um fundo de emergência. Ao invés de recorrer ao cartão de crédito, parcelamentos ou até pedir dinheiro emprestado, você poderá cobrir sem problema algum o seu gasto.
2. Consiga descontos: pagando à vista você tem muito mais descontos do que se optar por outro meio de pagamento. Quem opta por essa opção consegue mais vantagens.
Ok, quero fazer meu fundo de emergência mas nunca sobra dinheiro, o que fazer? Bom, ai é a hora de começar a colocar os seus gastos na ponta do lápis, pois tenho certeza que você é capaz de “enxugar” seu orçamento em alguma parte. Algumas dicas que podem te ajudar:
❤ Alguns especialistas dizem que o ideal para um fundo de emergência é você ter cerca de três vezes o valor da sua renda guardado. Isso trás maior segurança para superar qualquer eventualidade. Mas então como conseguir todo esse valor? Simples, não importa com quanto, mas comece com algum valor. Claro que quanto mais você juntar, mais rápido você terá o valor desejado. Mas não deixe a falta de dinheiro disponível no momento impedir você de começar.
❤ Hoje ainda dê uma conferida no seu orçamento. Se você acha que é impossível fazer sobrar dinheiro, comece a colocar na ponta do lápis todos os seus gastos. Eu tenho CERTEZA que tem algum pedacinho que da para cortar ou economizar. Fazendo assim, você pode investir a diferença para garantir a sua estabilidade no seu fundo de reserva.
❤ Encare o fundo de reserva como uma dívida com você mesma. Assim como você paga o seu aluguel, a prestação do seu carro e mensalidade da faculdade, “pague” o seu fundo de reserva. Uma dica para quem costuma se enrolar é colocar o valor no débito automático. Pois assim que seu salário chegar, você nem vai sentir falta desse dinheiro.
Agora ninguém tem mais desculpa para não ter o seu fundo de emergência, heim?

Técnica dos envelopes – organize seu dinheiro de forma fácil


Muitas pessoas me mandam mensagens como: “recebi meu salário e poucos dias depois já estava zerada! Não sei onde o dinheiro foi parar.”
Existe uma técnica bem simples, mas que pode ser muito eficiente na gestão do seu dinheiro: a técnica dos envelopes.

Como funciona?


Você irá separar um envelope para cada gasto (mensalidade faculdade, mercado, luz, internet e etc). Anote no lado de fora qual categoria o envelope pertence, e de lápis (para poder usar o mesmo envelope no mês seguinte), escreva o valor referente aquela conta. Ex: Internet – R$90.
Fazendo isso, quando seu salário cair na conta, você automaticamente já irá mandar o valor correspondente para o envelope.
Com o dinheiro em mãos, você tem uma sensação mais real de quanto realmente está gastando. É uma sensação completamente diferente do que pagar com o cartão, por exemplo. Dessa forma, você está vendo o dinheiro ir.

Envelope semanal


Outra dica é separar seu dinheiro por semana. Isso garante que você tenha grana até o fim do mês e também tenha um limite de gastos semanais.
Esse valor deve ser usado para suas despesas variáveis, não as fixas, pois essas você já separou nos outros envelopes.
Escreva do lado de fora: semana 1, semana 2, semana 3 e semana 4. E em cada envelope você coloca o valor que você estipulou para a semana.

Para quem paga tudo pela internet?


Se você mantém todos os pagamentos pela internet, essa técnica também pode ser útil para você. Ao invés de usar envelopes físicos, você pode criar “envelopes virtuais”.
A ideia aqui é que você mantenha o controle do seu orçamento, então você pode usar uma planilha ou um folha para também fazer esse controle.
Comece pelas despesas fixas e com o que sobra, você distribuí como achar melhor na sua divisão semanal.
A única diferença é que você tem que se comprometer em respeitar o valor estipulado por você, já que seu dinheiro estará diretamente na sua conta corrente e não escondido em envelopes.

Essa ideia é muito boa para quem recebe o pagamento por semana ou para quem realmente vê o dinheiro ir embora muito rápido.
Aplique essa dica, tenho certeza que vai fazer muita diferença no controle do seu orçamento

Como decidir onde gastar seu dinheiro


Eu sempre falo sobre estratégias que podemos usar para melhorar as nossas finanças, e de fato elas são muito importantes, mas você sabe realmente para onde seu dinheiro está indo?


Eu achei que sabia, mas fiquei surpresa quando descobri que podia enxugar 15 mil reais do meu orçamento sem sofrer ou fazer alguma mudança drástica.
Essa descoberta foi feita após uma análise profunda, não só na forma como eu consumo, mas também nas despesas fixas que eu estava carregando mês após mês.
O resultado foi surpreendente, pois mesmo sendo uma pessoa que sempre teve facilidade para lidar com dinheiro, eu carregava certas situações por força do hábito.
Depois de comentar nas minhas redes sociais, descobri que isso também acontece com muitas pessoas que nem imaginavam que suas finanças possuíam tanto potencial.

Muitas vezes, achamos que precisamos de um salário maior para realizar determinados sonhos, mas isso não é tão verdade quando você começa a criticar certos hábitos que você começou a ter com o passar dos anos.
O benefício de analisar minhas finanças com esse olhar, é que me ensinou a usar meu dinheiro com propósito. E isso faz toda diferença quando estamos falando de sonhos a longo prazo.
Nesse post eu vou te mostrar:
  • Os benefícios de ter simplificado a minha vida;
  • Como adquirir um olhar crítico com as suas finanças;
  • Maneiras de criar uma estratégia para usar seu dinheiro com propósito.

 1 | Por que simplificar minha vida foi tão importante?

Nos últimos meses passei por uma fase de simplificar a minha vida, reavaliar padrões e mudar comportamentos.
Muito disso é relacionado ao minimalismo, que me ensinou a criar um outro olhar para tudo que me cerca.
Eu aprendi a questionar: “Eu realmente preciso disso na minha vida?”.
A gente não conhece o poder dessa pergunta até começar a usá-la.
Para te auxiliar no planejamentos das suas metas financeiras, elaborei um planejador que vai te ajudar a focar no que é realmente importante.


Uma das primeiras coisas que mudou para mim, foi sentir a cobrança de alcançar uma “vida perfeita” indo embora.
Eu sempre me cobrei (mesmo que de forma inconsciente) que eu precisava ser uma pessoa de sucesso. O problema era que meu parâmetro de “sucesso” era baseado no que as outras esperavam de mim.
Quando tomei o controle dessa situação e descobri quais eram os meus valores, tudo começou a ficar mais leve, pois eu comecei a focar nas coisas importantes e o restante eu apenas deixei ir embora.
A segunda mudança, foi quando fiz um detox nas minhas coisas. Comecei pelo meu guarda roupa e isso se estendeu até a decoração da minha casa. Decidi ficar com apenas as coisas que me faziam feliz, e foi aí que eu vi que não precisava de muito.
Uma bolsa que foi usada somente uma vez, um sapato colorido, conjunto de taças, almofadas que nunca foram usadas…
Foram centenas de itens, alguns vendidos e outros doados.
Tudo começou a ir embora, e no meio desse processo comecei a pensar quanto cada uma daquelas coisas haviam custado. Quanto dinheiro eu investi naqueles itens achando que me fariam feliz.
E é isso que a gente faz quando acredita que precisa de mais uma roupa nova ou de mais uma máscara de cílios milagrosa. A gente acumula coisas que custam dinheiro.
Quando me desprendi de quase 70% das minhas coisas, percebi como a gente se acostuma a viver no automático.
Eu tinha uma TV, ela não era usada há meses. Eu jurava que precisava dela, pois meus pais possuem televisão, meus amigos e todo mundo que eu conheço. Mas, se eu não uso, qual o sentido de mantê-la na minha vida?
Essa foi o pensamento que eu usei para todas as demais coisas.
Simplificar a minha vida, foi o primeiro passo para desencadear todo o resto.

2 | Comece a questionar os seus gastos

Pegue os extratos da sua conta corrente e da sua planilha financeira referente aos últimos 3 meses e comece a questionar quais gastos poderiam ser cortados ou diminuídos.
Todos os gastos que você encontrar (se forem gastos fixos), você deve multiplicar por 12, que é referente a 1 ano.
Isso é o que realmente causa impacto, pois  podemos olhar para uma despesa e pensar que ela é insignificante, mas quando jogamos no plano de 12 meses, tudo muda!
Apesar de já ter feito essa análise diversas vezes para minhas despesas variáveis, com um olhar mais crítico, eu comecei a encontrar esses mesmos excessos nas minhas despesas fixas. Olha o que aconteceu:




Conta de celular: antes de ligar para uma atendente e renegociar meu plano, entrei no site da minha operadora e descobri que havia um plano pelo valor de R$39,90! Meu plano mensal até então custava R$87,10, com a redução consegui economizar R$47,10 mensalmente.
Tarifa bancária: minha conta estava em uma das modalidades mais caras do banco. Mensalmente, a manutenção da minha conta corrente custava R$71. Eu tinha diversas vantagens como atendimento personalizado, consultoria de investimento e altos limites de crédito, mas a verdade é que eu não usava nenhum desses benefícios. Então, fui até o banco e mudei para a modalidade de conta digital. Agora, não pago mais tarifas e faço tudo pela internet. Essa mudança me resultou em uma economia de R$852,00 por ano.
Anuidade dos cartões: nos meus dois cartões de crédito eram cobrados anuidade em 8 parcelas, R$22,90 em um e R$25,90 em outro. Cancelando os dois, eu consegui uma economia anual de R$390,40. Agora tenho apenas um cartão da Nubank que não cobra nenhuma anuidade e é ótimo, pois gerencio tudo pelo app no celular. Decidi manter pelo menos um cartão, pois algumas das minhas despesas só podem ser pagas no cartão de crédito.

Por que você deveria jogar seu cartão de crédito fora?


Eu gosto muito do meu cartão de crédito e nós temos uma relação ótima.
A questão com o cartão é que, ele está à disposição para ajudar quem sabe usá-lo. Se você usa direitinho, você não tem com o que se preocupar.
O problema está quando você não sabe lidar com essa amizade chamada: “Seja eterna enquanto a fatura chegar”.

Vou te dar um exemplo:
Mariana recebe seu salário. E ela sabe que, além das suas contas fixas, ela terá uma despesa em alguns meses com sua viagem de férias. Ela já sabe que precisa começar a poupar nesse mês para alcançar seu objetivo. No entanto, Mariana vê uma bota em promoção que está valendo muito a pena. Ela pensa: “Não posso perder essa promoção, pois não vou encontrar uma oportunidade igual tão cedo”. Então, ela compra a bota no seu cartão, aliviada, pois usando essa estratégia, ela não precisou de deixar comprar a bota nem de poupar para suas férias.
Mariana foi bem esperta e solucionou o problema da melhor forma possível, certo?
ERRADO!

Aquela dica que ninguém te dá


O cartão nos dá a sensação de que, se o dinheiro não render até o fim do mês, está tudo bem, pois você pode pagar com o cartão.
O mesmo vale para aquela bolsa-linda-deusa que você quer muito, mas você não tem o dinheiro para pagar. Então, você pensa: “Eu posso comprar no cartão. Manda buscar!”.
Olha que maravilha!
Não, amiga. Não é uma maravilha, não faz isso comigo. Ai meu coração!
No nosso exemplo, Mariana conseguiu comprar o que queria e também poupou o dinheiro no fim das contas. Então, o que tem de errado nessa historia?

A questão, é que muitas pessoas tem dificuldade em enxergar que o cartão de crédito é uma dívida como outra qualquer. E é uma dívida cara!
Se você faz uma compra no valor de R$200, você não paga somente R$200 no fim das contas. Você paga: R$200 + um monte de tarifas (no mínimo a anuidade vai ser cobrada). E nem preciso citar sobre o que acontece quando você atrasa os pagamentos. Em 2015, as taxas de juros no cartão de crédito chegaram a quase 400% ao ano (via G1). Surreal!

Ai socorro! O que eu faço agora?


Você tem duas opções, gata: usa direitinho ou joga esse cartão fora.
Se você usa o cartão no dia a dia como uma ferramenta. Ok, fique com ele. Agora, se você usa o cartão como a solução para o seus problemas e compra sem poder pagar, destrua-o! Essa é a verdade nua e crua.
O que você deve ter em mente é: o cartão de crédito é uma dívida como outra qualquer e se você gastar, vai ter que pagar. Se você tem como pagar, compre à vista! As compras no cartão devem ser feitas com inteligência.
Se você precisa de uma geladeira nova (urgente), pois a sua quebrou e você não tem reservas suficiente para bancar uma nova, você pode usar o cartão. Mas, observando o seguinte:
  • O valor das parcelas devem ser correspondente a um valor que você pode pagar durante o período do parcelamento.
  • Tente negociar o parcelamento com o mínimo de juros possível.
  • Analisando seu orçamento, tente reduzir o número de parcelas. Um parcelamento de 10x, correspondem a 10 meses pagando, o que é muito tempo.
  • Não atrase os pagamentos, pois os juros são altíssimos.
Agora, se você quer comprar algo apenas pelo seu desejo de consumo e é uma compra que pode esperar, trabalhe seu autocontrole.
O cartão nos dá a possibilidade de comprar imediatamente algo que queremos. E tem coisa melhor do que isso? O problema é quando a divida feita no cartão não cabe no seu orçamento. Ai está o problema.
Se você pode esperar, pague à vista. Sem dúvidas é a melhor opção. Sem falar que, quem possuí dinheiro na mão, tem muito mais poder de negociação. Você pode conseguir bons descontos comprando à vista.